POLITICA, COMUNICAÇÃO & ELEIÇÕES

sexta-feira, 25 de abril de 2008

O desmascaramento final da versão oficial do 11/Set

 25 contradições intoleráveis
 Apreciação do livro de David Ray Griffin
por Elizabeth Woodworth
Finalmente apareceu um livro sobre o 11/Set que os políticos e os jornalistas podem discutir abertamente sem medo de serem rotulados de "teóricos da conspiração". "Contradições do 11/Set" não propõe nenhuma teoria. Apenas apresenta 25 espantosas contradições internas que vão assombrar a versão pública deste acontecimento sem paralelo em toda a história. Até agora, as persistentes e perturbadoras interrogações sobre o dia que mudou o mundo têm confundido e afastado jornalistas e políticos, porque:
1- As questões técnicas relativas ao colapso das torres, ao fracasso dos militares em interceptar os voos e aos relativamente menores danos no Pentágono têm sido consideradas demasiado complexas para serem analisadas pelos meios de comunicação. No entanto, o recente livro de Griffin não exige ao leitor qualquer especialização técnica, porque cada capítulo contempla uma única contradição interna presente na versão pública. "Se fulano diz 'que sim' e sicrano diz 'que não', toda a gente percebe que há qualquer coisa de errado, porque as duas afirmações não podem ser ambas verdadeiras".
2- Muitos dos que puseram em dúvida a versão oficial avançaram com teorias alternativas que foram rejeitadas como "teorias da conspiração" por uma imprensa que compreensivelmente tem em alto apreço a sua credibilidade. No entanto, este livro não propõe quaisquer teorias alternativas para explicar as contradições no seio da versão pública. Limita-se a apresentar as contradições flagrantes que nunca foram investigadas nem pelo Congresso nem pelos meios de comunicação, e a pedir aos membros dessas instituições que encarem a realidade dos factos e se encarreguem duma investigação realmente independente.
3- A questão do 11/Set já tem seis anos, os jornalistas são gente atarefada e o mundo continuou a girar. Embora já se tenham passado seis anos, esta questão está longe de estar encerrada, e as suas cinzas ainda estão mornas. "A história aceite sobre o 11/Set tem sido utilizada para aumentar os gastos militares, para justificar guerras, para restringir as liberdades civis, e para louvar o ramo executivo do governo". Contudo, assinalo eu, a versão pública tem vindo a ser questionada em fóruns estrangeiros (Parlamento japonês, 10/Janeiro/2008, e Parlamento Europeu em Bruxelas, em 26 de Fevereiro de 2008). Os próprios comissários do 11/Set lançaram dúvidas sobre a credibilidade do Relatório da Comissão no seu artigo do New York Times de 02/Janeiro/2008, "Stonewalled by the CIA." (Obstrução da CIA).
(Ref.
http://www.nytimes.com/2008/01/02/opinion/02kean.html )
Passemos agora às contradições. Mas primeiro citemos o Professor Griffin: "Na filosofia da ciência, há dois critérios básicos para distinguir as boas teorias das más teorias. Em primeiro lugar, uma teoria não pode ser inconsistente com qualquer dos factos relevantes. Em segundo lugar, tem que ser consistente em si mesma, sem quaisquer contradições internas. Se uma teoria contém uma contradição interna, é uma teoria inaceitável". Inaceitável, por exemplo, é a seguinte contradição interna, extraída dos sumários dos capítulos que são fornecidos no final do livro, de grande valor para os jornalistas de investigação e membros do Congresso interessados: "No que se refere à identificação do avião detectado sobre a Casa Branca na altura do ataque ao Pentágono: O desmentido das forças armadas de que era um avião militar é contrariado pela sequência da CNN sobre o voo do avião, que mostrou, conforme funcionários militares confirmaram, que se tratava de um E-4B da Força Aérea".
[Nota da comentadora: "O E-4B funciona como Centro de Operações dos Aerotransportes Nacionais para o presidente, secretário da defesa e chefes do estado-maior". Citação duma folha informativa da Força Aérea dos EUA em
http://www.af.mil/factsheets/factsheet.asp?fsID=99 ]. Leia o original aqui ou este texto traduzido, aqui.